Copa 2026: conheça os principais candidatos a surpresa no torneio

admin
5 Jun, 2026
Resumo Os favoritos ao título da Copa do Mundo estão bem definidos e concentrados na Europa (França, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Portugal) e na América do Sul (Argentina e Brasil). No entanto, a maior competição do planeta também é historicamente conhecida por suas zebras. A seguir, conheça as seleções que correm por fora e têm bons atributos para surpreender no Mundial de 2026. Talentos sul-americanos Na América do Sul, a Colômbia desponta como promessa de futebol vistoso. A equipe será comandada por Luis Díaz, um dos grandes nomes da temporada europeia pelo Bayern de Munique — onde somou 26 gols e 19 assistências na campanha do título alemão e da semifinal da Champions League. Outro nome que promete brilhar nos gramados norte-americanos é Jhon Arias, destaque do Palmeiras. O Equador é mais um vizinho pronto para dar trabalho aos gigantes. Vice-líder das Eliminatórias Sul-Americanas, o país se apoia em um sistema defensivo fortíssimo, composto por atletas da elite europeia: os defensores Willian Pacho (PSG), Piero Hincapié (Arsenal) e Pervis Estupiñán (Milan), além do volante Moisés Caicedo (Chelsea). A força do Velho Continente Na Europa, Holanda, Bélgica e Croácia sempre chegam com a expectativa de incomodar os gigantes pelo talento e bagagem de seus atletas. Desta vez, porém, os holofotes também se voltam para a Noruega, que retorna ao torneio após 28 anos de ausência. O grande trunfo dos nórdicos é o setor ofensivo: Alexander Sørloth (Atlético de Madrid) e Erling Haaland (Manchester City) balançaram as redes mais de 70 vezes juntos na temporada 2025/26. Para abastecer a dupla, a equipe conta com a genialidade do meia Martin Ødegaard, estrela do Arsenal. Já a Suíça aposta na experiência e no entrosamento. O elenco helvético terá 23 jogadores que atuam nas cinco principais ligas europeias, liderados pelos veteranos Ricardo Rodríguez e Granit Xhaka, que chegam à quarta Copa do Mundo de suas carreiras. A energia africana No continente africano, as atenções se dividem entre o Marrocos — semifinalista no Catar em 2022 e adversário de estreia do Brasil — e o Senegal, após a consistente campanha na Copa das Nações Africanas. Contudo, a Costa do Marfim corre por fora como uma ameaça. Os marfinenses contam com 14 jogadores nas principais ligas da Europa e mantêm a base campeã da Copa Africana de Nações de 2023 (12 atletas). O atacante Ange-Yoan Bonny, da Inter de Milão, chega credenciado por uma temporada consistente e é candidato a brilhar no torneio. Disciplina oriental Em franca ascensão, o Japão vem ganhando, a cada dia, mais respeito no mundo. Mais da metade do elenco atua no primeiro escalão europeu, e 13 remanescentes trazem a bagagem do último Mundial. Nas Eliminatórias, os Samurais Azuis exibiram uma consistência defensiva admirável, sofrendo apenas três gols em 16 jogos. Para completar, a equipe aprontou recentemente ao derrubar gigantes em amistosos, batendo o Brasil no fim do ano passado e a Inglaterra em 2026. O fator casa Jogar com o apoio do torcedor e em ambiente familiar é uma vantagem histórica. Entre os três anfitriões, os Estados Unidos ostentam o maior potencial técnico para surpreender. O México, por sua vez, tenta repetir o retrospecto das duas vezes em que sediou o torneio (1970 e 1986), quando alcançou as quartas de final. Já o Canadá entra em campo com uma meta mais modesta, mas ainda assim histórica: conquistar a sua primeira vitória na história das Copas. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.