Seleção vive drama com camisas 9 em Copas; relembre últimos jogadores da posição

admin
6 Jun, 2026
Em 2002, a seleção brasileira foi pentacampeã do mundo com Ronaldo Fenômeno entrando para a história como o artilheiro do torneio, com oito gols. Desde então, a camisa 9 do Brasil atravessa uma crise: jogadores que vestiram o número, servindo como os atacantes de referência, marcaram apenas 10 gols em 26 jogos nas cinco edições seguintes do Mundial. fotogaleria Após as grandes atuações na Copa de 2002, Ronaldo permaneceu como titular da Seleção comandada por Parreira em 2006. No entanto, o Fenômeno não conseguiu repetir o seu desempenho e marcou apenas três gols no torneio: dois na vitória por 4 a 1 sobre o Japão, na fase de grupos, e um no jogo contra Gana, nas oitavas de final, que terminou em 3 a 0. Quatro anos depois, coube a Luis Fabiano, que na época jogava pelo Sevilla-ESP, a responsabilidade de herdar a camisa 9. O jogador repetiu a marca de Ronaldo no Mundial anterior e também fez três gols: dois contra a Costa do Marfim e um contra o Chile, também na fase de grupos e oitavas, respectivamente. Na Copa do Mundo 2014, sediada no Brasil, Fred, na época do Fluminense, foi o centroavante. Ele marcou apenas um gol no torneio, na vitória por 4 a 1 sobre o Camarões. Depois disso, em 2018, Gabriel Jesus atingiu a marca negativa de passar em branco por todo o torneio, tornando-se o centroavante titular com pior desempenho da Seleção no campeonato, igualando Alcindo, em 1966, e Mirandinha, em 1974. Já em 2022, na Copa do Catar, Richarlison foi o camisa 9. Logo na estreia, ele marcou dois gols na vitória por 2 a 0 contra a Sérvia e deixou o dele na goleada por 4 a 1 contra a Coreia do Sul nas oitavas de final, totalizando três gols na competição. Esperança Em 2026, Matheus Cunha será o camisa 9 do Brasil. O jogador do Manchester United tem sido uma peça recorrente no time de Carlo Ancelotti, mas já destacou, em recente entrevista, que não se vê como um centroavante clássico, e sim como um atacante de flutuação, que se movimenta bastante no setor de ataque. "Esse meu segundo ciclo [Na Seleção] é muito mais parecido com o United. Flutuação entre linhas, jogando como meia, o que eu venho exercendo mais no clube. Espero ser bem sucedido aqui como fui lá", afirmou. Com a camisa da Seleção, marcou um gol e duas assistências em 22 jogos.