Por que capitão da Holanda usa primeiro nome, e não Van Dijk, na camisa?

admin
29 Jun, 2026
Por que capitão da Holanda usa primeiro nome, e não Van Dijk, na camisa? Resumo Uma das principais armas da Holanda para derrotar o Paraguai, a partir das 22h (de Brasília), na primeira rodada de mata-matas da Copa 2026, e continuar firme na busca por um inédito título mundial é a solidez proporcionada por seu capitão, Virgil. O mundo do futebol está mais acostumado a chamá-lo de Van Dijk. Mas, é pelo nome de batismo que o zagueiro do Liverpool, um dos melhores do mundo, prefere ser chamado. Esse é o motivo pelo qual tanto a camisa número 4 do Liverpool quanto a da seleção holandesa tem Virgil impresso nas costas, e não o sobrenome do jogador, que costuma ser mais comum na cultura europeia. O zagueiro optou por deixar a identidade familiar em segundo plano porque não se entende muito bem com seu pai. O patriarca dos Van Dijk largou a esposa e os três filhos quando Virgil tinha 11 anos. Como o zagueiro não tem um sobrenome materno no registo, resolveu que usaria o prenome nas camisas, como fazem, por exemplo, os jogadores brasileiros. O caso do capitão da Holanda se assemelha bastante ao de Memphis Depay, maior artilheiro da história da seleção e seu companheiro de elenco nesta Copa. O astro do Corinthians também foi abandonado pelo pai quando criança e decidiu que suas camisas de futebol trariam apenas Memphis nas costas. Força da tradição Sobreviver ao mata-mata com o Paraguai tem um peso extra para a Holanda: evitar a pior classificação final da história do país em Mundiais. É verdade que os Países Baixos, como preferem ser chamados, não disputaram todas as Copas. Mas, sempre que estiveram no torneio, ficaram, no mínimo, entre as 16 melhores seleções. A posição mais baixa da Holanda em um Mundial foi o 15o lugar obtido na Itália, em 1990, quando era a atual campeã europeia e uma das favoritas ao título. Por outro lado, a equipe laranja já tem três vice-campeonatos na conta: 1974, 1978 e 2010. 16avos de final A presença de uma rodada extra de mata-matas, anterior às oitavas de final e reunindo 32 seleções, é uma das ferramentas implantadas pela Fifa para viabilizar o formato que estreia nesta Copa. Por conta dessa mudança, as seleções finalistas do Mundial 2026 terão de disputar oito partidas, uma a mais do que previa o calendário das últimas edições do torneio. A Copa que está em andamento é a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, tem jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México. Também estabelece novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 das últimas sete edições do torneio), jogadores inscritos (mais de 1.200) e partidas disputadas (104). A decisão do Mundial está marcada para o dia 19 de julho e terá o MetLife Stadium, em Nova Jérsei, nos EUA, como palco. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.