Pedrinho faz apelo para Justiça agilizar leilão da SAF do Vasco

admin
1 Sep, 2026
Pedrinho falou do momento financeiro do Vasco Reprodução/Colina em Foco Nesta terça-feira, o presidente do Vasco , Pedrinho, solicitou à Justiça a liberação imediata do edital para o início do leilão da SAF do clube. Antes do embarque para Salvador, onde a equipe enfrenta o Vitória pela partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil, o dirigente defendeu o avanço do processo de venda. Novamente, o mandatário argumentou que a atual gestão implementou um rigoroso trabalho de reorganização financeira desde que assumiu o comando da SAF. “Se aparecer um investidor que empate a proposta que já tem na mesa e assim vai ser feito, vai ser um investidor, seja ele qual for, obviamente passando por todo um processo de auditoria, um processo de legitimidade, vendo a legitimidade da empresa, e vai ser feita a venda. Por isso, o leilão. Então, quanto mais rápido o leilão acontecer, melhor para a instituição”, comentou em entrevista ao Sportv . Em seguida, ele aproveitou o espaço para cobrar maior transparência e celeridade por parte das autoridades competentes. “Então, eu peço mais uma vez, encarecidamente, ao Poder Judiciário que abra logo o edital para a concorrência. Se aparecer uma proposta melhor, vai ser o que vai ser melhor para a instituição. Então o que eu peço é que os processos sejam agilizados, porque o clube que eu peguei e o que a gente está entregando é um clube que está honrando todos os seus compromissos. Se o empréstimo não acontecer, eu vou ter que começar a deixar de honrar alguns compromissos que estavam homologados em juízo”, complementou. Vasco necessita do dinheiro urgente Posteriormente, Pedrinho explicou que o clube carioca necessita do empréstimo para quitar contas correntes, honrar dívidas acumuladas e investir na contratação de reforços. Para ilustrar o cenário atual, o presidente comparou a realidade da SAF à operação de um estabelecimento comercial em recuperação judicial. “A analogia que quero fazer é: um supermercado entrou em recuperação judicial. Ele pega um empréstimo para pagar funcionários, para pagar a recuperação judicial e aí ele não pode pagar para comprar produtos? Carne, feijão, batata, arroz? Os meus produtos são os jogadores. Ele compra produtos mais baratos, vende mais caro e gera receita. Eu sou o gestor de uma empresa de futebol, o meu produto é um atleta. Eu não sou irresponsável por comprar um atleta, eu sou irresponsável se não pago a RJ”, finalizou. Siga nosso conteúdo nas redes sociais: Bluesky , Threads , Twitter , Instagram e Facebook .